Reflexão – O Vendedor de Sonhos

Ontem fui ao cinema com minha esposa para ver o filme “O Vendedor de Sonhos”, baseado no livro do Augusto Cury – o qual eu não li – e por este motivo irei comentar um pouco sobre o filme, e não sobre o livro.

Não irei comentar o enredo do filme em si, mas refletir sobre algumas de suas ideias centrais:

Por que você trabalha?

Acredito que o primeiro questionamento crítico do filme é por que trabalhamos tanto, por que nos dedicamos cada vez mais aos negócios e cada vez menos às nossas vidas? Pelo dinheiro? Pelo poder? Pelo reconhecimento? Ou pela nossa própria arrogância?

Por que pessoas milionárias continuam trabalhando? Por que pessoas de poder continuam lutando para se manter no poder? Por pessoas reconhecidas internacionalmente continuam a trabalhar sua visibilidade?

Esse é um bom questionamento pois vemos inúmeras pessoas nessa situação, será mesmo uma busca sincera por dinheiro, poder e reconhecimento, ou somente uma maneira de alimentar a própria arrogância?

Como você quer ser lembrado?

Em determinado momento do filme O Vendedor de Sonhos leva os mais altos executivos do país ao cemitério e pergunta como eles querem ser reconhecidos?

Nas lápides vemos frases como “Pai amoroso”, “Irmão amigo e sincero”, “Pessoa íntegra e caridosa”, etc..

Ou seja, no final, ninguém te lembrará pelo cargo que ocupava, ou pela posição social que possuía, e sim pela pessoa que você era com seus amigos e parentes e pelo que ensinou aos próximos.

Aproveitar o que é importante AGORA

O último, e não menos importante ponto do filme, é aproveitar o AGORA, aproveitar cada segundo ao lado das pessoas que ama, buscar seus sonhos, mas sem deixar de lado aqueles que tem você como parte do sonho deles, afinal, o amanhã pode ser tarde demais.

Por que nós buscamos a Independência Financeira?

Se buscamos a IF para ficar livre para viajar e conhecer o mundo, vamos fazer isso aos poucos, mesmo ainda não sendo milionários e não podendo largar tudo para viajar, vamos fazer pequenas mas intensas viagens, e após conseguir a Independência Financeira, intensificar as viagens.

Se buscamos a IF para ficar livre do trabalho e passar mais tempo com a família, vamos continuar buscando a IF, mas sem deixar nossa família e amigos e lado. Mesmo sem poder parar de trabalhar ainda, dê um tempo a quem gosta de você e estão ao seu lado, aproveite cada minuto ao lado de sua família e intensifique os momentos felizes.

Se buscamos a IF para conseguir empreender nossas ideias e fazer o que gostamos, o que te impede de empreender e fazer o que gostamos agora? Mesmo continuando trabalhando e não tendo muito tempo, mas empreender AGORA e fazer o que te deixa feliz AGORA.

 

Dica do Riquinho: busque seus objetivos, suas metas, seus sonhos, mas não esqueça de aproveitar o que está acontecendo AGORA em sua vida, pois amanhã pode ser tarde demais!

 

 

E Você? O que busca com a IF? O que te impede de fazer isso AGORA?

Não esqueça que o mais importante não é atingir o objetivo e sim o caminho para alcança-lo. O que importa é que iremos aprender e fazer para alcançar esse objetivo, o que iremos nos tornar como pessoa. Aprenda a cada dia, torne-se uma pessoa melhor a cada dia!

Abraços e Sucesso a todos!

 

 

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O que aprendi com meu pai (que não é rico nem pobre)

Irei começar a compartilhar com vocês resenhas dos livros que venho lendo sobre economia, investimentos, administração pessoal, etc.

Neste primeiro post irei falar sobre o livro Pai Rico e Pai Pobre, porém, desta vez, não irei fazer uma resenha pois todo mundo já está calejado de saber sobre o livro, Irei fazer uma auto-análise de minha vida em paradoxo com o livro.

Nunca tive um pai rico para me ensinar o segredo de ganhar dinheiro, nem tive um pai instruído, visto que meu pai nem chegou a terminar o colegial. Meu pai sempre trabalhou muito e com o dinheiro que ganhava guardava uma parte e sustentava nossa casa com o restante. Com esse dinheiro “guardado”, ele começou a investir em imóveis de aluguel. Hoje ele não possuí muitos imóveis, mas a renda ganha com eles completa muito bem sua aposentadoria e lhe trás um certo conforto.

Fato é que não tive uma vida de confortos, e sempre ouvia de meu pai “Estude para não precisar trabalhar tanto quanto eu”, ou “Guarde seu dinheiro e invista em imóveis que você nunca irá perder dinheiro”.
Estudei, e estudo muito até hoje, porém isso não me poupou de trabalhar muito.
Sempre guardei dinheiro minha vida toda, mas nunca soube investi-lo, pois pra mim investimento era unicamente comprar imóveis e usufruir dos aluguei. Com a disparada dos preços dos imóveis o máximo que consegui foi um apartamento financiado a perder de vista.
Será que errei na fórmula de meu pai?

Acredito que não, o problema é que o Brasil mudou.
Na época de meu pai quem tinha faculdade eram advogados, médicos, pessoas da alta sociedade. Hoje qualquer mané pode fazer um curso numa uni-esquina da vida.
Na época de meu pai os imóveis eram relativamente baratos, o crédito era escasso e qualquer um que conseguisse juntar um dinheiro conseguia negociar preços e até comprar casas por uma pechincha. Hoje, com o aumento do crédito isso ficou bem mais fácil de modo que é quase impensável comprar um imóvel sem financia-lo.

Agora, estou em meus estudos sobre investimentos, finanças e economia, para aprender a multiplicar meu dinheiro nos dias atuais.

É isso pessoal, alguma história parecida? alguma dica?

Abraços!!!

PS: Com o livro do “Pai Rico Pai Pobre”, já são 6 livros este ano. Não sei se farei a resenha deles, mas se quiserem a resenha de algum específico, só comentarem.
São eles:

  • Adeus aposentadoria – Gustavo Cerbassi
  • Investimentos Inteligentes – Gustavo Cerbassi
  • Guia Completo do Tesouro direto – Clube dos poupadores
  • Manual de Persuasão do FBI – Jack Schafer
  • Manual do Pequeno Investidor em Ações – Fábio Almeida